DEPOIS DA MÚSICA É A VEZ DA PURA POESIA MANGOP

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Por: Redacção 

Após a realização do festival Zwa, Pura Música Mangop, em Agosto, é a vez da pura poesia mangop. A III Trienal de Luanda (TL) reserva este mês para mais um evento de impacto artistico-cultural: A ‘Mostra da Poesia Angolana’, durante um mês, a partir de Sexta-feira (16).

A denominada ‘Mostra de Poesia Angolana’ começa a 16 de Setembro até 16 de Outubro, das 10 às 22 horas, no Palácio de Ferro. A mostra vai apresentar poesia de vários poetas nacionais, com realce aos poemas de António Agostinho Neto. Além de Neto, serão expostos trabalhos de outros nomes sonantes da literatura angolana, entre os quais Mário António (1934-1989), António Cardoso (1933-2006), Viriato da Cruz (1928-1973), António Jacinto (1924-1991), Ernesto Lara Filho (1932-1977), Aires de Almeida Santos (1922-1992) e David Mestre (1948- 1998).

Haverá ainda trabalhos de autores ainda vivos, como Jonh Bela (1968), Luís Kandjimbo (1960), Lopito Feijóo (1963), José Luís Mendonça (1955), João Melo (1955), Luandino Vieira (1935), Arnaldo Santos (1935), Jofre Rocha (1941), Manuel Rui Monteiro (1941), Abreu Paxe (1969), António Panguila (1963), Frederico Ningi (1959), Roderick Nehone, Amélia da Lomba (1961), entre outros poetas.

A programação reserva ainda visitas de diversas escolas de Luanda, Oficinas Criativas, recitais de poesia e concertos musicais. O projecto, segundo nota vinda da direcção da promotora, visa saudar o dia do Herói Nacional (17 de Setembro), bem como celebrar a criação literária de Angola a partir de 1849, altura em que se publicou o primeiro livro de poesia, intitulado “Espontaneidades da minha alma” de José da Silva Maia Ferreira.

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A III Trienal de Luanda está prestes a fazer um ano, em Novembro. Começou a 01 de Novembro de 2015 e vai até 30 de Novembro do corrente ano, sob o lema “Da utopia à realidade”. Segundo o patrono da fundação homónima, Sindika Dokolo, a Trienal de Luanda é muito mais do que um espaço de arte, “é um símbolo de liberdade, um espaço para alargar o espectro do diálogo cultural”. Do tradicional à arte multimídia.

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