ESPECIALISTAS ALERTAM AOS CUIDADOS DE UM DISTÚRBIO QUE DEVE SER COMBATIDO QUANDO CRIANÇA

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Por: Wínia Silvana

 
Tem uma criança que gosta de comer as mesmas coisas, tem dificuldade no contacto visual ”olhos nos olhos”; e tem tendência em isolar-se: é um distúrbio. Saiba qual é.

 

É o Autismo, um amplo conjunto de condições, que se revelam nos primeiros três anos do desenvolvimento da criança com dificuldades, que variam de intensidade nas áreas de comunicação, socialização e comportamento”.

 
Em alusão ao dia 2 de Abril, dia Mundial da Consciencialização do Autismo, a sala de conferências da Mediateca de Luanda acolheu, neste mesmo mês, a uma palestra de consciecialização com o tema: ”Autismo – Técnicas de intervenção para integração na sociedade”.

 

Dentre as características do autista, destacam-se: a dificuldade no contacto visual ”olhos nos olhos”; dificuldades em perceber as emoções dos olhos; Gosta de comer sempre as mesmas coisas e por último tem tendência em isolar-se e brincar sozinho.

 
Especialistas alertam para a necessidade de as criaças serem colocadas em ambientes que estejam outras crianças, a fazer trabalhos em grupo.

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A diretora do centro ‘Plasticina’, Mayra Manzanilla, entende que é necessário que essa criança (com autismo) faça terapias da fala para que não fique limitada, terapia em termos ocupacionais, psicopedagógicos, fisioterapia entre outros”.

 

A psicóloga Ana Rocha interveio alertando não haver exames médicos que detectem a doença. “É necessário que os familiares tenham participação activa naquilo que são as actividades diárias da criança, para que ela cresça num ambiente sem distinção de comportamento, apesar das limitações que a doença já impõe à criança”.

 
António Teixeira contou a sua experiência como activista e partilhou ainda sobre as dificuldades que muitas crianças têm tido para se comunicar “as diferenças nas comunicações podem estar presentes desde o primeiro ano de vida e podem incluir o início tardio do balbucio (acto de gaguejar), gestos incomuns, capacidade de resposta diminuída e padrões vocais que não estão sincronizados com o cuidador”.

 

No segundo e terceiro anos, as crianças com autismo têm menos balbúcios frequentes e consoantes, palavras e combinações de palavras menos diversificadas; seus gestos são menos frequentemente integrados às palavras”, referiu.

 

Já inês Fortunato, neuroterapêuta, sublinhou que o segredo está na”terapia”, acrescentou ainda que ”Indivíduos autistas podem ter sintomas independentes do diagnóstico, mas que pode afetar o indivíduo ou a família”.

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Organizada pelo Centro de Neurodesenvolvimento ”Plasticina”. A palestra foi composta por seis oradores, que começaram por definir a perturbação do autismo como sendo

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