KYAKU KYADAFF E GABY MOY NO PALÁCIO DE FERRO

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Por: Redacção 

Músico Kyaku Kyadaff é a figura de cartaz deste fim-de-semana no palácio de ferro, onde na sexta-feira estará a actuar Gaby Moy. Kyaku tem a agenda marcada para o concerto intimista a ter lugar no Sábado (16), às 21 horas, tudo por conta da III Trienal de Luanda, com entradas livres.

Kyaku Kyadaff vai cantar no concerto com entradas gratuitas, os sucessos que notabilizaram a sua carreira musical, como os temas “Bibi”, “Kilamba”, “Entre sete e sete rosas”, entre outras canções que compõem o seu primeiro trabalho discográfico intitulado “Se hungwile”.

Segundo a reacção do artista para organização do evento, revelou que apesar de frequentar o coro da igreja em companhia do irmão mais velho e do pai tocar guitarra, nunca lhe tinha passado à cabeça a ideia de ser músico, uma vez que era desejo dos pais formar-se em jornalismo, “por falar muito” e bem. Entretanto, Kyaku acabou por ser psicólogo e cantor, profissões que exerce com brio.

Ressalta-se que o nome Kyaku significa “teu” em língua nacional Kikongo, já Kyadaff é resultado da junção de Kyaku, com as iniciais dos nomes da mãe, Fineza, e do pai, Fernandes. Daqui surge o nome artístico do cantor que foi baptizado como sendo Eduardo Fernandes. Nascido no município de Mbanza Congo, no Zaire, a 29 de Junho de 1982, Kyaku é formado em Psicologia pela Universidade Agostinho Neto (UAN).

Vizinha zongola

Mas antes, a sexta-feira estará por conta de Gaby Moy, que tem primado na preservação das línguas nacionais, com canções que marcaram as décadas de 80 e 90, entre as quais “Vizinha zongola”, “Quem procura acha” e “Merengue Santo António.

O concerto, com início marcado às 21 horas, será suportado musicalmente pelos músicos Nelas Som (guitarra solo), João Mário (guitarra ritmo), Monte Negro (guitarra baixo), Nando Bernardino (bateria), Jujú Lutona (teclado), Chico Santos (tambores), João Guia (saxofone), Fulgência de Almeida (coro) e Zé Manico (coro).

Para o músico, surge da necessidade de valorização e preservação da herança colectiva do povo angolano, acrescentando que as línguas nacionais devem ser valorizadas e os músicos precisam ajudar para maior divulgação, com o intuito de salvaguardar a nossa identidade

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