MOVIMENTO APELA AO CABELO CRESPO SEM PRODUTOS QUÍMICOS

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Por Nilton Meirelles

 

As Mulheres do movimento crespo, desde as seguidoras mais comuns, às empreendedoras, conversaram acerca de “Os desafios da transição capilar e aceitação”, no auditório da Mediateca de Luanda.

 

 

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A assessora da Rede de Mediatecas de Angola para Acções Sociais e Culturais, Cecilia Quitombe, Integrante do Movimento e uma das prelectoras do debate, afirmou que “a reflexão em torno da transição capilar e aceitação, visa a abordagem sobre os cabelos, não só naturais, mas também alisados”. Explica que “mediante o interesse das mulheres, pelos cabelos naturais nos dias de hoje, sua utilização vem suscitando dúvidas, justificadas pela “transição capilar” – processo pelo qual a pessoa não tem o cabelo totalmente crespo, e já não faz utilização de produtos químicos, mas precisa manter o cabelo saudável”.

 
No encontro, segundo a assessora, passam dicas de como manter o cabelo em transição “bonito e saudável”, o assumir dos mesmos, de modo as pessoas terem aceitação, incentivando á utilização do cabelo natural, viverem com sua condição de cabelo crespo carapinha, rompendo a ideia, de que o cabelo carapinha, é o cabelo com cacheado. Ou é bonito com ondulações, discriminando-se o cabelo sem ondulações. Aproveitam oportunidade para combate o padrão social discriminatório de beleza, cujo pensamento é em volta de que “cabelo bonito, é só o cabelo liso, e não o crespo”.

 

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Além do debate, o encontro promoveu a exposição e venda de produtos naturais de instituições nacionais, bem como a participação do “Cantinho das Naturebas” – um salão de beleza nacional, dedicado aos cabelos naturais, que apresentou uma diversidade de penteados e métodos de tratamento dos cabelos naturais.

 

 
Cecilia Quitombe recomendou às mulheres e à Sociedade em geral que o cabelo “pode ser o início de resgate de nossos valores culturais”, pois entende ser um dos fenómenos afectados pelo processo de dominação colonial, que “começando pelo cabelo, pode passar-se posteriormente à questões de alimentação, vestuário, posicionamento, postura em relação à sociedade e outros aspectos identificados com o continente africano”.

 

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Em alusão a semana do Continente africano e no ambito do projecto “ Encrespo Gerar Angola” da Rede de Mediatecas de Angola, a Mediateca de Luanda em parceria com o Cantinho das Naturebas acolheu no último sábado o “Encontro sobre transição capilar “ sob o lema “Quero o meu Cabelo Saudavel”.

 

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